É verdade que com a introdução dos computadores no desenho técnico, utilizando-se progrmas sofisticados como o AutoCad, no fundo um estirador virtual, as características do desenho tornaram-se rigorosas, rígidas e, para além de todas as vantagens disso, a verdade é que perdeu-se o encanto do desenho à mão-livre e das suas naturais imprecisões. É verdade que para suprir essa falha também existem programas de esquiço (como o Autodesk SketchBook), onde se pretende reencontrar no processo criativo essa liberdade pictórica e expressionista, mas, diga-se o que se disser, não é a mesma coisa, daí que muitos arquitectos e designers não dispensem o papel, o lápis, a caneta e a borracha de apagar.
Seja como for, um pouco dentro deste contexto, alguém, muito bem, desenvolveu uma rotina auto-lisp que empresta aos desenhos um certo ar de mão-livre, daí a rotina chamar-se de “freehand”.
A sua utilização é muito simples e depois de chamado o comando, basta determinar alguns pouco parâmetros, facilmente compreensíveis, e de seguida seleccionar o desenho que se pretende caracterizar com o tal estilo de mão-livre. O resultado torna as linhas um pouco tremidas, que lhe emprestam dinâmica e com as extremidades a transporem as perpendiculares.
Resulta muito bem, especialmente em desenhos de alçados e vistas. Pensamos que tem alguma utilidade em trabalhos de ante-projecto e apresentação.
Experimentem.
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